{"id":542,"date":"2009-10-21T17:49:59","date_gmt":"2009-10-21T20:49:59","guid":{"rendered":"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/?page_id=542"},"modified":"2024-03-16T14:20:31","modified_gmt":"2024-03-16T14:20:31","slug":"etapa-3-relatorio-5","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/?page_id=542","title":{"rendered":"Etapa 3 \u2013 Relat\u00f3rio 5"},"content":{"rendered":"<h4>19.SET.2002<\/h4>\n<h3>Namast\u00ea, Subimos novamente as montanhas do Himalaia, dessa vez no estado indiano de Uttaranchal. Encontramos muitos peregrinos hindu\u00edstas, visitamos v\u00e1rios templos e seguimos alguns afluentes do Ganges. Descemos e agora estamos na sagrada cidade de Rishikesh. Aqui, num calor de quase 50 graus, estamos comemorando 15 mil km pedalados e um ano e meio na estrada!<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"images-rel\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_mapa.jpg\" alt=\"Mapa da Rota \u00cdndia-Nepal\" \/><\/p>\n<p>Est\u00e1vamos receosos com a volta \u00e0 \u00cdndia, principalmente com os \u201cmotoristas assassinos\u201d. Apesar da densidade de ve\u00edculos ter sido bem menor e a viagem ter sido mais tranquila, chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que a \u00fanica forma de sermos respeitados seria nos fantasiando de vacas.<\/p>\n<p>Mas a segunda impress\u00e3o surpreendeu e ficamos fascinados com a regi\u00e3o que conhecemos, o estado de Uttaranchal. No Himalaia indiano passamos por incr\u00edveis florestas, vimos e escutamos milhares de p\u00e1ssaros, acampamos em v\u00e1rias pequenas cidades, curtimos os lindos visuais das montanhas, acompanhamos v\u00e1rios rios e presenciamos de perto a peregrina\u00e7\u00e3o dos Sadhus.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"images-rel\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_01.jpg\" alt=\"Planta\u00e7\u00e3o em Uttaranchal\" \/><\/p>\n<p>A densidade de acontecimentos foi t\u00e3o grande que \u00e9 dif\u00edcil descrever tudo. Preferi ent\u00e3o narrar um dos nossos dias numa lua cheia de maio.<\/p>\n<p>Acordamos com o nascer do sol na barraca que estava montada ao lado de uma estrada secund\u00e1ria perto de Champawat. Ali, na altura de 2000 m.a.n.m., quase todas as \u00e1rvores s\u00e3o Pinus e as vilas possuem apenas um pequeno mercado e algumas dezenas de casas. Existem poucos carros porque a dificuldade das curvas e perigo dos despenhadeiros fazem com que quase todos utilizem as estradas principais. Era poss\u00edvel ver as montanhas nevadas do Himalaia mas, mesmo com o visual maravilhoso, n\u00e3o encontramos muitos turistas.<\/p>\n<p>Quando abrimos a barraca j\u00e1 t\u00ednhamos dois vizinhos que estavam matando uma ovelha na \u00e1rvore ao lado para vender na cidade que ficava a duzentos metros do nosso acampamento. Repetimos o rotineiro processo de desmontar a barraca e armar nossas bagagens na bicicleta. Em menos de meia hora est\u00e1vamos numa loja de ch\u00e1 no pequeno centro. Pedimos ch\u00e1s com leite, omeletes e p\u00e3es e respondemos uma d\u00fazia de pessoas que sempre aparecem para perguntar sobre a viagem ou pedir para andar nas bicicletas.<\/p>\n<p>Durante o caf\u00e9 da manh\u00e3 apareceu um indiano fazendo uma apresenta\u00e7\u00e3o para os moradores locais. Ele come\u00e7ou a tirar cobras de cestas, tocar uma flauta e no final tirou tamb\u00e9m uma Naja e um escorpi\u00e3o. Ficou brincando com os bichos, guardou tudo e foi embora.<\/p>\n<p>Pagamos nossa conta e fomos convencer a crian\u00e7ada que estava pedalando nossas bicicletas de que era nossa hora de partir. Um dos moradores, fascinado com as bicicletas, pediu-nos mais alguns minutos pois estava providenciando o fot\u00f3grafo da cidade para tirar uma foto conosco.<\/p>\n<p>Tiramos as fotos, despedimos de aproximadamente cem pessoas que j\u00e1 tinham se concentrado ali e iniciamos a pedalada. Muitas pessoas caminham nas estradas e logo nas primeiras curvas encontramos dois Sadhus fumando Ganja, costume entre muitos da regi\u00e3o. Nos convidaram para uma parada e depois de um papo improvisado em \u201cindigles\u201d seguimos mais alguns quil\u00f4metros e avistamos um casamento numa pequena vila. Passamos vagarosamente para ver as roupas coloridas das mulheres e o irm\u00e3o da noiva nos parou e nos convidou para a festa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_02.jpg\" alt=\"Desenho para celebrar o casamento hindu\u00edsta\" class=\"images-rel\" \/><\/p>\n<p>Aceitamos o convite e em uma hora j\u00e1 t\u00ednhamos sido apresentados para toda a festa. O incidente de aparecermos na festa foi visto com muitos bons olhos pela fam\u00edlia. Enquanto no Brasil ser\u00edamos os \u201cbic\u00f5es da festa\u201d aqui n\u00f3s fomos considerados Deuses que estavam trazendo boa sorte para os rec\u00e9m-casados.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_03.jpg\" alt=\"Prepara\u00e7\u00e3o da noiva\" class=\"images-rel\"  \/><\/p>\n<p>Era um casamento arranjado, ou seja, os pais decidiram com quem os filhos iriam se casar numa mistura entre religiosidade e com\u00e9rcio. Por via de regra s\u00e3o assim os casamentos da \u00cdndia. O pai da noiva paga para o noivo. A transa\u00e7\u00e3o \u00e9 expl\u00edcita e at\u00e9 a roupa do noivo \u00e9 feita de dinheiro para expressar a cortesia. Durante a cerim\u00f4nia as fam\u00edlias ficam em volta de um lindo desenho em p\u00f3 xadrez feito no ch\u00e3o. Ali s\u00e3o feitas v\u00e1rias preces, entregas de malas com dinheiro, lavagem de p\u00e9s, prepara\u00e7\u00e3o da noiva com ornamentos, desejos e promessas. A poucos metros da cerim\u00f4nia familiar estavam os moradores da vila concentrados no grande banquete de dalbhat (prato regional com arroz, vegetais e lentilha) improvisado num dos patamares de planta\u00e7\u00e3o. O pai da noiva ofereceu comida para toda a vila. E num outro canto estava uma turma de homens cantando e dan\u00e7ando ao som de uma banda b\u00eabada. Por sinal, estavam, com excess\u00e3o da fam\u00edlia, todos b\u00eabados mas n\u00e3o vimos sequer uma garrafa de \u00e1lcool. No hindu\u00edsmo \u00e9 proibida a bebida alco\u00f3lica e, quando possuem uma garrafa escondida, bebem demais e perdem o controle. Dan\u00e7amos, comemos, tiramos muitas fotos e conversamos com quase todos da festa. A fam\u00edlia da noiva nos convidou para dormirmos na casa mas decidimos seguir viagem e encontrar um lugar calmo para descansarmos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_04.jpg\" alt=\"Casamento\" class=\"images-rel\"\/><\/p>\n<p>Pedalamos mais um pouco apreciando o lindo v\u00f4o das \u00e1guias e no p\u00f4r do sol encontramos um pequeno bangal\u00f4 tur\u00edstico com um restaurante. Tomamos nosso banho frio de balde e terminamos o dia comendo arroz com feij\u00e3o e manga de sobremesa.<\/p>\n<p>Nos outros dias n\u00e3o participamos de nenhum outro dos v\u00e1rios casamentos de maio mas a viagem seguiu cheia de acontecimentos e bons momentos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_05.jpg\" alt=\"In\u00edcio do Rio Ganges\" class=\"images-rel\"\/><\/p>\n<p>Passamos em Uttaranchal durante a alta esta\u00e7\u00e3o do turismo. Muitos fogem do terr\u00edvel calor do plano viajando para o frio das \u00e1reas mais altas da \u00cdndia. Al\u00e9m dos turistas, os meses do ver\u00e3o s\u00e3o utilizados tamb\u00e9m por milhares de Sadhus de todos os cantos do pa\u00eds. Eles fazem peregrina\u00e7\u00e3o pelas montanhas e rios sagradas em busca de purifica\u00e7\u00e3o. Com um pequeno cantil de \u00e1gua e muita disposi\u00e7\u00e3o eles sobem com fome as montanhas do Himalaia para antingirem os topos de onde nascem as \u00e1guas do Ganges \u2013 o rio que alimenta a alma do Hindu\u00edsmo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_06.jpg\" alt=\"Sadhus em peregrina\u00e7\u00e3o pelas montanhas da \u00cdndia\"  class=\"images-rel\"\/><\/p>\n<p>Uma das correntes dos peregrinos \u00e9 a ioga. Com o conhecimento e treino muitos Sadhus conseguem ficar, quase sem roupa, sentados no frio da neve por horas e manter o equil\u00edbrio. Nesse momento alguns atingem o nirvana que \u00e9, segundo o dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, \u201co estado de aus\u00eancia total de sofrimento; paz e plenitude a que se chega por uma evas\u00e3o de si que \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o da sabedoria\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_07.jpg\" alt=\"Tridente, s\u00edmbolo do Deus Shiva\" class=\"images-rel\"><\/p>\n<p>A cidade com maior concentra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica \u00e9 a sagrada Kedarnath. Ela possui um templo no alto das montanhas que \u00e9 o objetivo de muitos peregrinos. Nosso ponto mais alto foi em Chopta a mais de 4000 m.a.n.m de onde pudemos ver, num \u00e2ngulo de 360 graus, os topos das montanhas nevadas do Himalaia.<\/p>\n<p>V\u00e1rias cidades possuem templos medievais de pedra com geometrias muito parecidas com os famosos templos de Khajuraho (Veja Relat\u00f3rio 01 da 3a Etapa) e alguns possuem tamb\u00e9m esculturas er\u00f3ticas. Geralmente estes templos possuem um compartimento com uma cama onde vive o Baba, o homem sagrado do hindu\u00edsmo. Os sinos possuem um simbolismo especial e muitos hindu\u00edstas os penduram nos templos para fazerem pedidos ou agradecerem realiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_08.jpg\" alt=\"Templo medieval em Gopeshwar\"class=\"images-rel\" \/><\/p>\n<p>Al\u00e9m da preciosa arquitetura dos templos, as montanhas tamb\u00e9m possuem casas com minuciosas esculturas nas janelas e portas. Mas a grande maioria das casas s\u00e3o simples com telhados de pedra, paredes de tijolos, rebocos de cimento e portas e janelas de madeira.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_09.jpg\" alt=\"Detalhe de uma janela\" \/><\/p>\n<p>noroeste da \u00cdndia \u00e9 o ber\u00e7o do povo cigano. Daqui eles teriam migrado para a Europa Central entre 950 e 1000 d.C. Atualmente esse povo n\u00f4made est\u00e1 disperso por todo o mundo e somente na Europa s\u00e3o estimados em 6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O rec\u00e9m-formado estado de Uttaranchal foi separado de Uttarpradesh nos \u00faltimos anos e ainda possui v\u00e1rios problemas aparentemente pol\u00edticos. A grande maioria da popula\u00e7\u00e3o vive da agricultura e a paisagem \u00e9 marcada pelos cortes das motanhas em curvas de n\u00edvel para as planta\u00e7\u00f5es. O turismo religioso est\u00e1 crescendo e no momento as principais estradas est\u00e3o sendo duplicadas para suportar a demanda de tr\u00e1fego. Mesmo com o imenso potencial hidrel\u00e9trico das v\u00e1rias quedas d\u2019\u00e1gua, a regi\u00e3o tem constante falta de energia e tamb\u00e9m falta de \u00e1gua.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_3\/rel_05\/03_05_foto_10.jpg\" alt=\"Rishkesh\" class=\"images-rel\" \/><\/p>\n<p>Terminamos nossas pedaladas nas montanhas e agora estamos na cidade sagrada de Rishikesh, na beira do rio Ganges. Daqui seguiremos para Delhi.<\/p>\n<p>Obrigado a todos que me enviam mensagens pelo site ou pelo email. Elas s\u00e3o uma bela for\u00e7a para os momentos dif\u00edceis da viagem!<\/p>\n<p><strong>Grande abra\u00e7o,<br \/>\nArgus<\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Mestre n\u00e3o \u00e9 quem sempre ensina, mas quem de repente aprende.&#8221;<br \/>\n(Guimar\u00e3es Rosa)<\/em><\/p>\n<p><strong>Parab\u00e9ns Atex pelos 12 anos de trabalho!<br \/>\n<\/strong>Clique abaixo e veja o filme de comemora\u00e7\u00e3o do anivers\u00e1rio:<br \/>\n<a href=\"\/\/www.motionworks.com.br\/atex\/filme.html'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.motionworks.com.br\/atex\/filme.html<\/a><\/p>\n<p><strong>Para saber mais:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"\/\/www.solnet.com.br\/pedalandoeeducando\/viagem\/3_etapa\/www.tourindia.com'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Indian official government promotional site<\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/\/www.solnet.com.br\/pedalandoeeducando\/viagem\/3_etapa\/www.indianrail.gov.in'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The wide-ranging information on the railways<\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/\/www.solnet.com.br\/pedalandoeeducando\/viagem\/3_etapa\/www.india.org'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Indian Government<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Others :<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"\/\/www.concordtravels.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.concordtravels.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.indianvisit.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.indianvisit.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.sasnet.lu.se\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.sasnet.lu.se<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.xploreuttaranchal.port5.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.xploreuttaranchal.port5.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.hallasianhistory.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.hallasianhistory.com<\/a><br \/>\n<a href=\"javascript:if(confirm('http:\/\/www.hamarauttaranchal.com\/%20%20\\n\\nThis%20file%20was%20not%20retrieved%20by%20Teleport%20Pro,%20because%20it%20is%20addressed%20on%20a%20domain%20or%20path%20outside%20the%20boundaries%20set%20for%20its%20Starting%20Address.%20%20\\n\\nDo%20you%20want%20to%20open%20it%20from%20the%20server?'))window.location='http:\/\/www.hamarauttaranchal.com\/'\">www.hamarauttaranchal.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.expressindia.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.expressindia.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.mapsofindia.com\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.mapsofindia.com<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.webshopindia.fr\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.webshopindia.fr<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.um-isa.com\/culture\/IndianStates.html'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.um-isa.com\/culture\/IndianStates.html<\/a><br \/>\n<a href=\"\/\/www.indiagospel.net\/'\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.indiagospel.net<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>19.SET.2002 Namast\u00ea, Subimos novamente as montanhas do Himalaia, dessa vez no estado indiano de Uttaranchal. 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