{"id":590,"date":"2009-10-21T18:09:35","date_gmt":"2009-10-21T21:09:35","guid":{"rendered":"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/?page_id=590"},"modified":"2024-03-16T14:20:31","modified_gmt":"2024-03-16T14:20:31","slug":"etapa-6b-relatorio-1","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/?page_id=590","title":{"rendered":"Etapa 6B \u2013 Relat\u00f3rio 1"},"content":{"rendered":"<h4>Brasil &#8211; Recife e Olinda<\/h4>\n<h3>Ol\u00e1 amigos, Bem vindo novamente o Brasil !<\/h3>\n<p>Cheguei mas ainda estou longe de casa \u2013 de Recife at\u00e9 Cordisburgo \u00e9 a mesma dist\u00e2ncia de uma viagem da Fran\u00e7a at\u00e9 a Turquia! Ainda tenho muito ch\u00e3o. A receptividade do pernambucano me fez parar a viagem por mais tempo do que eu imaginava e somente agora estou recome\u00e7ando as pedaladas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - estudar e a luz da vida.jpg\" alt=\"\" width=\"556\" height=\"242\" \/><\/p>\n<p><strong>TRAVESSIA DO OCEANO ATL\u00c2NTICO DE VELEIRO <\/strong><\/p>\n<p>500 ANOS DE COLONIZA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Atravessar um oceano de avi\u00e3o comercial n\u00e3o tem muita gra\u00e7a e resolvi guardar esse pequeno trecho da viagem para escrever sobre a travessia do oceano Atl\u00e2ntico de veleiro que fiz no ano 2000 &#8211; Venezuela, Sint Marteen , Portugal (A\u00e7ores, Lisboa, Madeira), Cabo Verde e Brasil.<\/p>\n<p>A viagem de veleiro \u00e9 muito diferente da de bicicleta. \u00c9 muito mais introspectiva e silenciosa, requer um planejamento mais preciso e n\u00e3o d\u00e1 margem a erro e improvisa\u00e7\u00f5es. Foi um bom aprendizado e acredito que foi o embri\u00e3o dessa minha atual aventura.<\/p>\n<p><em>\u201cA noite em alto mar \u00e9 o sil\u00eancio. <\/em><\/p>\n<p><em>As formas singelas e magestrais das ondas, <\/em><\/p>\n<p><em>os v\u00e1rios desenhos das nuvens <\/em><\/p>\n<p><em>e a beleza das estrelas <\/em><\/p>\n<p><em>em volta da lua. <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>A paz. <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Um espa\u00e7o infinitamente maior que qualquer outro. <\/em><\/p>\n<p><em>Preenchido exclusivamente com reflex\u00e3o. <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>O som constante das ondas batendo no casco <\/em><\/p>\n<p><em>se transforma em sinfonia com o baile <\/em><\/p>\n<p><em>de uma gaivota no oceano. <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Um balan\u00e7o que dita a frequ\u00eancia <\/em><\/p>\n<p><em>de pensamentos distantes.\u201d <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Poesia naufragada <\/em><\/p>\n<p><em>2000 <\/em><\/p>\n<p>A regata que participei marcou os 500 anos da chegada dos portugueses no Brasil. Ap\u00f3s quatro meses velejando vagarosamente com a cabe\u00e7a a mil por hora, a expectativa da chegada em Santa Cruz de Cabr\u00e1lia, Bahia, era grande. N\u00e3o t\u00ednhamos muitas m\u00eddias no barco e est\u00e1vamos um pouco desinformados das not\u00edcias em terra firme. No dia 21 de abril de 2000, ancoramos, pegamos uma mochila, descemos do barco e caminhamos at\u00e9 o centro das comemora\u00e7\u00f5es. Em todo o caminho vi milhares de policiais defendendo a entrada desse centro e logo soube que estavam ali para proibirem mais de cem povos ind\u00edgenas de se reunirem nesse local. <strong>V\u00e1rios ind\u00edgenas e militantes da causa foram espancados e retirados \u00e0 for\u00e7a.<\/strong> Continuei andando e no tal centro estavam fazendo as comemora\u00e7\u00f5es oficiais dos 500 anos com a inacredit\u00e1vel hipocrisia de, na frente de c\u00e2meras, \u201cpresentear\u201d o povo ind\u00edgena com um shopping em forma de ocas e uma cruz cat\u00f3lica imensa na pra\u00e7a principal \u2013 cruz credo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - indigena que hoje e catador de papel na cidade.jpg\"  \/><\/p>\n<p><em>\u201cOs brancos precisam entender <\/em><\/p>\n<p>a verdade que existe<\/p>\n<p>e que tentam esconder.\u201d<\/p>\n<p>Aurivan Barros dos Santos<\/p>\n<p>L\u00edder Truk\u00e1, de Cabrob\u00f3,<\/p>\n<p>Ilha de Assun\u00e7\u00e3o &#8211; PE<\/p>\n<p><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - indigena que hoje e catador de papel com seu carro.jpg\"  \/><\/em><\/p>\n<p>A cena deixou a maioria dos brasileiros tristes mas infelizmente essa \u00e9 a nossa realidade ainda hoje. Continuamos sem dar aten\u00e7\u00e3o aos povos nativos do nosso pr\u00f3prio pa\u00eds e seguimos pecando como pecaram os portugueses nos tempos coloniais. N\u00f3s que somos filhos da mistura entre colonizadores, ind\u00edgenas e africanos, \u201cainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais\u201d.<\/p>\n<p><em>\u201cNem ressurgidos, nem emergentes, somos povos resistentes\u201d <\/em><\/p>\n<p>Frase ind\u00edgena no site do CIMI<\/p>\n<p>Foto: Ind\u00edgena que hoje vive catando papel na rua<\/p>\n<p><em>\u201cO pa\u00eds possu\u00eda 5 milh\u00f5es de habitantes quando os portugueses chegaram; agora restam apenas 350.000. Dos 1000 povos existentes no in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o, apenas 200 resistiram (dentre eles 50 permanecem sem contato com os brancos).\u201d <\/em>The New Internationalist<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Voltando \u00e0 terra&#8230; <\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cEu vi o mundo&#8230; Ele come\u00e7ava no Recife.\u201d <\/em><\/p>\n<p>C\u00edcero Dias<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - monumento ereto de Brennand.jpg\" alt=\"\" width=\"556\" height=\"143\" \/><\/p>\n<p><strong> . Nordeste do Brasil \u2013 Recife e Olinda <\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - panorama noturno de Refice.jpg\" \/>Depois de dois dias de conex\u00f5es e v\u00f4os, cheguei em Recife e, pela \u00faltima vez, desembalei a bicicleta e sai pedalando do aeroporto para o centro. Quase fui atropelado duas vezes e me assustei com a <strong>imensid\u00e3o da cidade<\/strong>. A capital pernambucana \u00e9 muito maior do que capitais de v\u00e1rios pa\u00edses que conheci.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - eu na ponte.jpg\" \/>Agora estou sem saber se o Brasil \u00e9 o vig\u00e9simo nono ou novamente o primeiro pa\u00eds do percurso. Depois de tanto tempo vendo o mundo com os olhos de um observador, aqui no Brasil estou me readaptando \u00e0 mescla de espectador e <strong>parte da vida local<\/strong>.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - Igreja de Sao Pedro.jpg\"  \/>Recife parece ter ficado por muito tempo fadada ao paradigma da pequena cidade das belas praias e do frevo com suas express\u00f5es culturais apagadas pelo eixo Rio-S\u00e3o Paulo. Mas Recife \u00e9 imensa em tamanho e arte. Sua <strong>riqueza cultural<\/strong> sempre existiu (salve Luiz Gonzaga) mas agora est\u00e1 em parceria com a auto-estima que chegou em avalanche desde os tempos de Chico Science e o movimento Mangue.<\/p>\n<p><em>\u201cUm passo a frente e voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 mais no mesmo lugar.\u201d <\/em><\/p>\n<p>Chico Science<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - vendedor de pipocas.jpg\" alt=\"\" hspace=\"5\" width=\"300\" height=\"188\" align=\"left\" \/>Vivi nostalgicamente caminhando pelo conturbado centro com o prazer de ser <strong>mais um no meio da multid\u00e3o<\/strong>. Poder novamente me comunicar com todos e entender os milh\u00f5es de c\u00f3digos cuja percep\u00e7\u00e3o vai muito al\u00e9m do conhecimento do idioma.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/cVII 01 - casa azul em poco da panela.jpg\"  \/>Tive sorte, cheguei j\u00e1 com contatos de <strong>bons amigos<\/strong> e habitei na casa de v\u00e1rios. A primeira casa possui uma porta que projetei e eu nem sabia que existia uma c\u00f3pia aqui em Recife. Foi ela a primeira porta que se abriu para mim no Brasil. Que bacana.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - criancada vendo palhacos na rua.jpg\" alt=\"\" hspace=\"5\" width=\"300\" height=\"223\" align=\"left\" \/>Logo conheci muitos outros amigos. O nordeste tem um <strong>calor humano<\/strong> que impressiona. Em poucos dias comecei a encontrar conhecidos pela rua e me sentir como um morador local. Parece que aqui todos gostam de ir para as ruas e festejar. N\u00e3o por acaso, a maior concentra\u00e7\u00e3o de pessoas nas ruas do mundo \u00e9 no carnaval de Recife, quando acontece o famoso Galo da Madrugada.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - miseria.jpg\" \/>Infelizmente a festividade e a alegria s\u00e3o para poucos. A grande maioria da popula\u00e7\u00e3o vive em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es e muitos sobrevivem pior que um cachorro pelas ruas.<\/p>\n<p>De todas as dores que essas cenas de mis\u00e9ria possam transmitir, a pior delas \u00e9 perceber que isso j\u00e1 virou rotina e s\u00e3o poucos os que ainda se sensibilizam ao passar por algu\u00e9m morrendo de fome na cal\u00e7ada.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - cenas da cidade antiga de Recife.jpg\"  \/>Em contrapartida, o prefeito gastou <strong>480 mil reais (160 mil d\u00f3lares) para pagar o show de Sandy e J\u00fanior<\/strong> na pra\u00e7a principal. O governo considera que fez um presente para as crian\u00e7as. O valor de um \u00fanico show foi o mesmo que a prefeitura utilizou em cultura durante cinco anos! Com isso eles poderiam ter comprado 200 computadores para as escolas!<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o fez muitos protestos mas nada adiantou. O pior \u00e9 que muitas pessoas, <strong>encantadas por uma m\u00eddia manipuladora<\/strong>, lotaram o show e celebraram mais uma vez o p\u00e3o e circo da vida.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - panorama noturno de Refice.jpg\" alt=\"\" hspace=\"20\" width=\"446\" height=\"91\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - no fundo esta recife.jpg\"  \/>Em toda a viagem encontrei turistas de v\u00e1rias partes, principalmente europeus, me perguntando sobre a viol\u00eancia no Brasil. Sempre respondo que ela realmente existe e que, por exemplo, o filme \u201cCidade de Deus\u201d n\u00e3o \u00e9 fic\u00e7\u00e3o. Mas essa viol\u00eancia est\u00e1 concentrada nas grandes cidades, onde as diferen\u00e7as sociais e a guerra civil ficam mais expl\u00edcitas. Mas o Brasil \u00e9 imenso e, principalmente nos pequenos vilarejos, \u00e9 poss\u00edvel encontrar uma seguran\u00e7a perfeita. Sigo a viagem tranquilo e desarmado, carregando apenas corpo e alma. Cem por cento partid\u00e1rio do projeto de desarmamento que est\u00e1 tentando ser implantado no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Mais uma vez o ser humano <strong>brincou de Deus<\/strong> e fez uma interfer\u00eancia catastr\u00f3fica no meio ambiente. Dessa vez foi a constru\u00e7\u00e3o do porto de Suape e de alguns hot\u00e9is da regi\u00e3o. Isso desestabilizou a fauna marinha e hoje os tubar\u00f5es, por falta de alimento, est\u00e3o atacando os banhistas. Agora todos que gostam do mar, principalmente os surfistas, vivem o masoquismo de ir na praia e n\u00e3o poder nadar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - Igreja de Sao Pedro.jpg\" width=\"556\" height=\"139\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - garotada saltando no marco zero.jpg\"   \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - garotada saltando no marco zero em Recife.jpg\"   \/><\/p>\n<p>No Marco Zero, onde est\u00e1 ereta a escultura de Brennand, encontrei uma garotada pulando na \u00e1gua. Ali, pela primeira vez no Brasil, pude reunir uma turma para mostrar fotos e falar dos pa\u00edses que visitei.<\/p>\n<p>Foi quando me dei conta do desconhecimento que n\u00f3s brasileiros temos do mundo, principalmente dos pa\u00edses que nunca tiveram oportunidade de contar sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - crescimento urbano descontrolado.jpg\" alt=\"\" hspace=\"5\" width=\"300\" height=\"225\" align=\"left\" \/>Foto: Altos edif\u00edcios numa malha urbana que n\u00e3o comporta a densidade de autom\u00f3veis e pessoas que est\u00e1 por vir. Mais uma vez o erro urban\u00edstico se repete nas grandes cidades do Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - Largo de Sao Pedro.jpg\" alt=\"\" hspace=\"5\" width=\"300\" height=\"225\" align=\"left\" \/> Agora seguirei viagem mais leve. Despachei o meu notebook, barraca, saco de dormir e outras luxuosidades que me pesavam. Seguirei confiante em encontrar hospitalidade e condi\u00e7\u00f5es de escrever e manter o site independente do notebook. Hoje mesmo estou aproveitando o computador da casa do amigo Roger e escrevendo esse texto antes de partir.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - refrescando nos rios de Recife.jpg\" alt=\"\" hspace=\"5\" width=\"300\" height=\"168\" align=\"left\" \/>Estou com o pensamento de pedalar diretamente na <strong>areia da praia<\/strong> at\u00e9 o sul da Bahia, aproximadamente mil e quinhentos quil\u00f4metros daqui, e l\u00e1 fazer outra parada longa.<\/p>\n<p>Em breve consigo outra oportunidade e envio mais not\u00edcias para o site.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - tapioca.jpg\" align=\"right\" \/><\/p>\n<p>Grande abra\u00e7o,<\/p>\n<p>Argus<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Para saber mais: <\/strong><\/p>\n<p>Conselho Indigenista Mission\u00e1rio<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cimi.org.br\/\">www.cimi.org.br <\/a><\/p>\n<p>ACONERUQ-MA<\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranh\u00e3o<\/p>\n<p>CONAQ<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da Articula\u00e7\u00e3o das Comunidades Negras Rurais Quilombolas<\/p>\n<p>SELAVIP<\/p>\n<p>Latin American and Asiatic Service for Popular Housing<\/p>\n<p>Outros \u00f3rg\u00e3os:<\/p>\n<p>www.contag.org.br<\/p>\n<p>www.nead.org.br<\/p>\n<p>www.andi.org.br<\/p>\n<p>www.undp.org.br<\/p>\n<p>www.cohre.org<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es na praia &#8211; Porto de Suape<\/p>\n<p>www. <strong>suape <\/strong>.pe.gov.br<\/p>\n<p>www.comciencia.br\/reportagens\/litoral\/lit19.shtml<\/p>\n<p>Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o do Brasil<\/p>\n<p>www.mec.gov.br<\/p>\n<p>Grupo de ciclistas que saem de noite pedalando por Recife.<\/p>\n<p>Valeu pela mudan\u00e7a no percurso que fizeram para mim!!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/caminhos.arguscaruso.com.br\/wp-content\/uploads\/site_images\/relatorios\/etapa_7\/rel_01\/VII 01 - pessoal da corujaqueria.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"107\" \/> <a href=\"http:\/\/www.corujaqueira.com.br\/\">www.corujaqueira.com.br <\/a><\/p>\n<p>Jornal Diario de Pernambuco<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.pernambuco.com\/\">www.pernambuco.com <\/a><\/p>\n<p>Arte em Toda Parte<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.arte.olinda.info\/\">www.arte.olinda.info <\/a><\/p>\n<p>O mar t\u00e1 em toda parte, Enfarte em toda parte,&#8230;<\/p>\n<p>TV Universit\u00e1ria<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.tvu.ufpe.br\/\">www.tvu.ufpe.br <\/a><\/p>\n<p>Luni Produ\u00e7\u00f5es &#8211; apoiadora do projeto Pedalando e Educando em Recife<\/p>\n<p>www.luni.com.br<\/p>\n<p>Outros:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.lulaqueiroga.com.br\/\">www.lulaqueiroga.com.br <\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.institutoricardobrennand.org.br\/\">www.institutoricardobrennand.org.br <\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mcn.edu\/resources\/sitesonline.htm\">www.mcn.edu\/resources\/sitesonline.htm <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil &#8211; Recife e Olinda Ol\u00e1 amigos, Bem vindo novamente o Brasil ! 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